Na terça-feira (08), a Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente (SEPLAMA) e a Defesa Civil Municipal participaram de mais uma reunião de acompanhamento da elaboração do Plano Municipal de Drenagem de São Lourenço do Sul, junto à equipe de Hidrologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), responsável pelo desenvolvimento do trabalho.
O encontro, realizado de forma híbrida, marcou a entrega da segunda etapa do Plano, referente ao diagnóstico local. Esta fase reúne informações e análises sobre as características do município e do sistema de drenagem, que servirão de base para o avanço das próximas etapas do planejamento.
As reuniões de acompanhamento ocorrem mensalmente, às terças-feiras no início de cada mês, permitindo que as equipes municipais acompanhem o desenvolvimento do trabalho e contribuam com informações relacionadas à realidade do território. Conforme o cronograma estabelecido, a entrega final do Plano Municipal de Drenagem está prevista para julho de 2027.
Além de orientar ações relacionadas à drenagem urbana e ao enfrentamento dos impactos provocados por eventos climáticos extremos, o documento será um importante instrumento para a organização do crescimento do município. As informações produzidas ao longo do trabalho irão contribuir para a definição das diretrizes de expansão urbana do novo Plano Diretor, articulando o planejamento territorial com as condições de drenagem e as características das diferentes áreas de São Lourenço do Sul.
A elaboração do Plano também está relacionada às etapas necessárias para a execução dos recursos destinados ao município por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para intervenções de macrodrenagem, permitindo que as futuras obras sejam desenvolvidas a partir de estudos técnicos e de um planejamento integrado.
A Administração Municipal destaca que a construção do primeiro Plano Municipal de Drenagem representa um avanço no planejamento de longo prazo de São Lourenço do Sul, integrando desenvolvimento urbano, prevenção de riscos e adaptação aos eventos climáticos extremos, com o objetivo de orientar futuras intervenções e ampliar a segurança e a qualidade de vida da população.