O Programa Municipal Integrado de Infraestrutura Urbana Sustentável, proposto pela Prefeitura de São Lourenço do Sul, será apresentado nesta quarta-feira (6/5/26) durante a segunda edição do FinanCidades, que acontece desde ontem em Brasília. Por meio de rodadas de matchmaking, reuniões bilaterais e sessões temáticas para viabilizar projetos de infraestrutura urbana, atuando como uma plataforma de conexão estratégica entre municípios brasileiros e Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs).
O evento é uma iniciativa realizada conjuntamente pelo WRI Brasil e pela Rede para Financiamento de Infraestrutura Sustentável em Cidades (Rede Fisc), contando com a participação de instituições financeiras como BNDES, CAIXA, BRDE, Badesul, FONPLATA, AFD, BID, KfW e CAF. Ao todo, foram selecionados 44 projetos de todo o Brasil. A proposta da Prefeitura de São Lourenço do Sul será apresentada ao lado de projetos de cidades como Belo Horizonte (MG), Recife (PE), São Paulo (SP) e Florianópolis (SC).
Além da apresentação do programa, o prefeito Zelmute Marten, que é vice-presidente da Associação Brasileira dos Municípios (ABM) — Cidades Resilientes — será um dos painelistas da mesa “Clima e Finanças Públicas Municipais”, que irá abordar os desafios, oportunidades e instrumentos para integração da agenda climática ao planejamento e orçamento público municipal. O debate será moderado por Alice Vasconcellos de Carvalho, que é diretora de Sustentabilidade e Projetos Especiais da Secretaria Executiva do Ministério das Cidades. Além de Zelmute Marten, integrarão a mesa César Nascimento, prefeito de Cubatão/SP; e José Luiz Gomes, prefeito de Mâncio Lima/AC.
Para o prefeito, a participação de São Lourenço do Sul ao lado de grandes municípios brasileiros em discussões atuais e de relevância no cenário nacional e internacional, como a qualificação da infraestrutura urbana das cidades, aponta para um novo momento. "Precisamos focar na importância do federalismo climático, que é uma grande aliança que estamos implementando entre municípios, estados e a união para enfrentar o período de incerteza radical do ponto de não retorno da crise climática e no multilateralismo global, visando viabilizar o acesso dos municípios brasileiros a órgãos de financiamento internacionais para consolidação de projeto estruturantes de prevenção, mitigação e adaptação aos eventos climáticos extremos", disse.